
POR QUE ELE EXISTE?
A maioria dos negócios criativos entrega mais do que comunica. O produto é bom, às vezes excelente. Mas a percepção não acompanha a qualidade, e quando a percepção não acompanha, o mercado não reconhece.
Isso não é falta de esforço. É falta de método.
Tudo aqui usa a mesma fundamentação em neurociência da percepção, comportamento do consumidor e design que aplicamos na Velvet. Estética é mais um elemento da estratégia.




01.DIAGNÓSTICO
Por que algumas marcas viram referência, e outras, igualmente boas, ficam do tamanho que começaram. A tese que fundamenta tudo que a Velvet faz.







UMA CONSULTORIA POCKET
É o tipo de conteúdo que normalmente só aparece dentro de um projeto da Velvet.
02.PERGUNTAS
As mesmas perguntas que fazemos antes de qualquer projeto. Respondê-las é imprescindível .
03. CASES REAIS
O que negócios que viraram referência têm em comum e o que você pode aprender com a trajetória deles.
04. MÉTODO
SENTIDO
O framework Sense → Story → Spell que organiza cada projeto da Velvet. Muito além de uma teoria, é o método que te ajuda a organizar sua própria marca.

Field Guide





PRA QUEM É
Pra quem faz algo bem feito, mas sente que a percepção ainda não acompanha a qualidade.
Pra quem cansou de competir por preço com quem entrega menos.
Pra quem desconfia que o problema nunca foi fazer mais, e sim fazer com sentido.


Escrito por quem cansou de ver marca ser tratada como logo
Sou a Fernanda, fundadora da Velvet, uma consultoria de marca. Minha formação é em fashion communication pela Central Saint Martins, em Londres, uma escola de image makers dentro de um campus de arte. Na moda, ninguém precisa ser convencido de que marca é o negócio; a moda inteira se sustenta nisso.
Percepção de marca é o meu trabalho desde 2012. Este guia existe por causa de um grande mal-entendido: pra maioria dos donos de negócio, marca virou assunto de marketing, sinônimo de logo e feed bonito. Mas, na verdade, tirando quem vende commodity, marca é provavelmente o maior ativo que um negócio pode construir.
Tem informação rasa demais circulando sobre isso, e eu escrevi as 50+ páginas na unha pra puxar a conversa pra onde ela merece: marca como base do negócio, não como mero acabamento.
É o mesmo raciocínio que a gente usa dentro dos projetos de consultoria. E é de graça porque essa conversa precisa subir de nível, e isso interessa até quem nunca vai me contratar.
Fernanda Basso
Estrategista de marca

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